«São assim os labirintos, têm ruas, travessas e becos sem saída, há quem diga que a mais segura maneira de sair deles é ir andando e virando sempre para o mesmo lado, mas isso, como temos obrigação de saber, é contrário à natureza humana.»

SARAMAGO, José (1984) – O Ano da Morte de Ricardo Reis, Lisboa, Caminho, pp. 199-200

 

https://pt.scribd.com/document/301898109/Ricardo-Reis-A-Existencia-Como-Labirinto-Do-Ser

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